SEJURI – Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social

Mais segurança e reforço estrutural para o Sul do Estado: obras do novo Presídio Regional de Araranguá já estão em andamento

A construção do novo Presídio Regional de Araranguá começou oficialmente no dia 16 de janeiro de 2026 e representa um marco para a ampliação e modernização do sistema prisional catarinense. A obra integra a política estratégica conduzida pela Secretaria de Estado da Justiça e Reintegração Social (SEJURI), com foco em fortalecimento da segurança pública, melhoria estrutural e organização da gestão prisional na região Sul.

A secretária de Estado da Justiça e Reintegração Social, Danielle Amorim, visitou as obras do novo Presídio Regional de Araranguá na manhã desta sexta-feira (20). Durante a vistoria, a secretária destacou a importância do empreendimento para a região Sul do Estado. “A construção do Presídio Regional de Araranguá é resultado de um processo conduzido com rigor técnico e responsabilidade com os recursos públicos. Superamos etapas importantes, revisamos projetos e garantimos segurança jurídica para que a obra pudesse começar de forma sólida. Essa é uma entrega estruturante, que fortalece a segurança pública e melhora a gestão do sistema prisional”, afirmou.

Secretária de Estado da Justiça e Reintegração Social, Danielle Amorim, visitou as obras do novo Presídio Regional de Araranguá. Foto: Jaqueline Noceti/Sejuri

A construção da unidade representa a superação de importantes etapas técnicas e administrativas. O processo teve início com o recebimento definitivo dos projetos, em 7 de junho de 2023. Desde então, o empreendimento passou por revisões e ajustes necessários para garantir segurança jurídica e responsabilidade na aplicação dos recursos públicos.

Em 2025, o processo licitatório passou por ajustes e reavaliações técnicas. Após a superação dessas etapas, a obra foi oficialmente iniciada em 2026.

Projetado para ampliar a capacidade de custódia na região e oferecer melhores condições estruturais, o novo presídio segue as diretrizes atuais de engenharia prisional, priorizando segurança, controle e condições adequadas de trabalho aos policiais penais.

Com a obra em andamento, a expectativa é reduzir a pressão sobre unidades já existentes e promover maior organização do sistema, reforçando o compromisso do Estado com uma gestão eficiente e estruturada.

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