Operação Efeito Colateral: Polícia Penal de Santa Catarina destaca atuação em ação contra fraudes em Itajaí
A Polícia Penal de Santa Catarina teve atuação estratégica na Operação Efeito Colateral, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) na unidade de Itajaí.
A operação apura um esquema de fraude na emissão de atestados médicos que estariam sendo utilizados de forma irregular para beneficiar detentos. A ação contou com apoio direto da Polícia Penal, reforçando a integração entre as forças de segurança no enfrentamento ao crime organizado.
O trabalho técnico e contínuo da corporação foi decisivo para o avanço das investigações. Por meio da Diretoria de Inteligência (DINF), a Polícia Penal já monitorava o caso desde 2025, reunindo informações qualificadas que subsidiaram o aprofundamento das apurações e contribuíram diretamente para a deflagração da operação.
A secretária de Justiça e Reintegração Social, Danielle Amorim Silva, destacou o papel da inteligência da Polícia Penal no caso. “As investigações conduzidas pela nossa área de inteligência demonstram a capacidade técnica e o comprometimento da Polícia Penal no enfrentamento de práticas ilícitas. Esse trabalho integrado foi fundamental para o êxito da operação”, afirmou.
Durante a ação, cerca de 70 policiais penais atuaram na unidade de Itajaí, com a participação de equipes especializadas como o Serviço de Operações e Escolta (SOE), o Grupo de Tático de Intervenção(GTI), a Divisão de Operações com Cães (DOC), a Diretoria de Busca e Recaptura (RECAP), o Núcleo de Operações Táticas (NOT) e a Diretoria de Inteligência e Informação da Sejuri (DINF). Além disso, aproximadamente 10 policiais penais que atuam junto ao Gaeco também integraram a força-tarefa.
A atuação baseada em inteligência e cooperação institucional é considerada essencial para coibir irregularidades e assegurar o cumprimento da lei, fortalecendo o enfrentamento ao crime organizado em Santa Catarina.
